Ainda internado

Chiquinho Scarpa está impaciente e lamenta estar mais de três meses internado

O empresário vem se recuperando de seis cirurgias, mas ainda sofre com problemas de cicatrização

Cíntia Lima
Colunista do EM OFF

Esta coluna vem acompanhando por mais de três de meses as dificuldades e superações vividas por Chiquinho Scarpa, que está internado desde o dia 04 de abril. Impaciente, o playboy das noites paulistanas não aguenta mais ficar internado e lamenta inclusive, as festas que está perdendo.

Em entrevista ao O Fuxico, Chiquinho declara: “É uma pena, perdi uma porção de coisa boa. Festa em Marrakesh, duas festas em Londres, casamentos. Nunca tinha ligado o nome à pessoa: você é ‘paciente’, nesse caso, é preciso ter paciência”.

O empresário de 70 anos, já passou por seis cirurgias, ficou intubado em estado grave na UTI e transformou o seu quarto em um mini escritório. O motivo de sua internação foi uma grave infecção urinária e já internado, apresentou um quadro de diverticulite (inflamação no quadro digestivo).

A internação de Chiquinho todo esse tempo, se deve ao fato de o empresário ter problemas com a cicatrização das cirurgias. “A coisa mais idiota do mundo: uma bolinha da diverticulite entrou dentro da bexiga e deu uma confusão tremenda, operei seis vezes e tive que abrir, tive que fazer plástica. Então, o médico disse: ‘olha, não se opera mais’. Estou aqui com um buraquinho [na região da barriga] que está saindo um líquido. Dos seis, cinco cicatrizaram. Preciso esperar parar esse líquido para ter alta”.

Impaciente, Chiquinho Scarpa não aguenta mais ficar internado. “Se até a semana que vem esse troço não parar de escorrer eu vou para casa. Eu mesmo ponho uma gaze, um esparadrapo e ponto”.

Apesar de não ter ainda a data definida de sua alta, Chiquinho comemora o fato de estar se sentindo bem e que dos seis drenos no estômago, cinco já foram retirados e só resta um. Mas tem que esperar a cicatrização total, que acontece de dentro para fora.

O playboy se exercita no quarto, faz fisioterapia, trabalha e vive uma rotina bem rígida em relação a alimentação. “Ainda não posso comer nada, continuo com a nutrição parenteral. Mas logo estrei em casa”.