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Não rolou

Primeira versão de Pantanal teve “desejo reprimido” entre atores

Marcos Palmeira e Giovanna Gold viveram par romântico na primeira versão de Pantanal e a química foi forte

Cíntia LimaColunista do EM OFF

A novela Pantanal é um grande sucesso e não faltam lembranças da primeira versão de Benedito Ruy Barbosa exibida em 1990. Marcos Palmeira que vive Zé Leôncio no remake atual, deu vida ao personagem Tadeu na versão exibida pela extinta TV Manchete e seu par romântico na trama foi a atriz Giovanna Gold (Zefa). A atriz revelou que ela e Marcos Palmeira viveram um “desejo reprimido” na época.

Não é novidade que muitos atores se apaixonam ao contracenarem nas novelas, têm vários exemplos de amores de novela que se transportaram para a vida real. Nesse caso os dois precisaram reprimir esse desejo pois ambos namoravam.

Em entrevista ao Notícias da TV a atriz revelou: “Entre nós, rolou um momento romântico na estufa de plantas do estúdio. Nos declaramos, mas ambos estavam namorando. Eu adorava a namorada dele, ele adorava meu namorado. Então achamos melhor deixar só em cena. Deu certo. Era o desejo reprimido daqueles personagens”.

Giovanna Gold e Marcos Palmeira estudaram no mesmo colégio no Rio de Janeiro e o ator já chamava a atenção de Giovanna. A atriz contou que Marcos era diferenciado, filho de cineastas e já havia morado com índios. Isso despertou a atenção da atriz, mas nunca se falaram nessa época.

Em Pantanal, Zefa é uma personagem que será empregada de Maria Bruaca e aos poucos vai conquistar o coração de Tadeu, hoje vivido por José Loreto, já que Guta não supre ou retribui todo carinho que o peão merece.

Giovanna ressalta também que após o sucesso da novela, ela e Marcos chegaram a conversar sobre a química entre eles, anos depois. Existe um profundo carinho e respeito entre eles.

“Anos depois, fizemos um trabalho juntos, e apenas na cena final tivemos a oportunidade de conversar sobre esse desejo platônico. Se alguém falar mal de mim para ele, não sei se ele seria leal. Eu sei que sou. Leal ao que sinto, à legitimidade do meu sentimento. Se vierem falar mal dele, digo: ‘Na-ã, nem fala, isso me entristece’, gosto de quem gosta de mim”.