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EXCLUSIVO AudioMix é processada após dar calote em empresa

Marcos Aurélio Santos de Araújo, atual namorado de Lívia Andrade, está sendo cobrado a pagar valor milionário

Erlan BastosColunista do EM OFF

Um empresário de Goiânia (GO), está processando Marcos Aurélio Santos de Araújo, proprietário da empresa AudioMix e idealizador do festival Villa Mix, envolvido em polêmicas com a ex-companheira Pétala Barreiros e a atual namorada, Lívia Andrade. Na ação, Leonardo Maldonado Barcelos, ex-sócio de Araújo, cobra o pagamento de uma dívida milionária no valor de mais de R$ 900 mil reais.

Na ação de cobrança movida pela defesa de Barcelos contra Marcos Aurélio Santos de Araújo e a AudioMix, o empresário diz que estabeleceu uma relação comercial com o atual companheiro de Lívia Andrade em maio de 2014. Ao lado de outros sócios, eles abriram uma empresa que tinha como objetivo a locação de painéis de LED para os eventos realizados pelo grupo AudioMix.

Ainda segundo o texto, ao qual a coluna Erlan Bastos EM OFF teve acesso com exclusividade, as pendências financeiras por parte de Araújo e da AudioMix começaram em 2018. Naquele ano, a empresa devia à Barcelos o montante de R$ 994 mil, referente à eventos realizados nos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017. O empresário e o ex de Pétala Barreiros, então, fizeram um acordo para fazer o pagamento do valor devido.

Segundo o texto da ação, Araújo “assumiu o pagamento de dois apartamentos no valor de R$327 mil cada, em 48 parcelas, com pagamento debitado diretamente da retirada de lucro em outra empresa, a qual eram sócios os mesmos envolvidos“. Além disso, foi abatido o valor de R$ 250 mil referente à cota de investimentos na abertura da empresa por parte de Araújo.

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Ainda assim, o valor de R$ 90 mil ficou faltando para o abatimento total da dívida. “Contudo, foi pago apenas o valor de R$ 203.715,83 de cada apartamento até o período de novembro de 2019″, ressalta a defesa de Barcelos. Restaram, ainda, “vários débitos referentes à pagamentos de eventos que foram prestados serviços de locação de LEDs e iluminação subsequente à compensação dos valores anterior ao ano de 2018 e um evento realizado em Goiânia no ano de 2016 perfazendo o valor de R$ 485 mil“, traz o texto.

Assim, desse valor de R$ 485 mil foram abatidos R$ 200 mil referente à cota parte da saída da empresa, conforme proposto por Araújo em 2019, “bem como foi realizado o pagamento de R$ 99 mil em dois depósitos, restando o valor de R$ 186 mil“. Em 2019, foram realizados novos eventos em Brasília e Anápolis, elevando o débito em R$148.300,00, reforça a defesa.

Após todas essas movimentações, o montante da dívida, segundo a ação de cobrança feita pela defesa de Barcelos, é de R$ 922.236,56. No processo, o empresário de Goiânia pede o pagamento do valor total, mais juros e correção monetária até a quitação da dívida, além do pagamento de custas processuais e honorários advocatícios, observadas as formalidades legais existentes e de praxe pertinentes. (Colaborou Danilo Reenlsober)

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