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na Justiça

Advogados do Nirvana tentam anular processo movido por bebê de ‘Nevermind’

Eles afirmam que o tempo limite para a abertura do processo já foi ultrapassado

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

Os advogados que representam o grupo Nirvana entraram com um pedido na Justiça para que o processo aberto contra a banda por Spencer Elden, que estampou a capa do álbum Nevermind quando era um bebê de quatro meses, seja anulado. Eles afirmam que o tempo limite para sua abertura já foi ultrapassado e que o momento em que foi aberto já seria uma justificativa contra ele.

No último mês de agosto, Elden, que agora tem 30 anos, pediu uma indenização de 150 mil dólares de cada um dos 15 réus citados no processo, que incluem os integrantes da banda, Courtney Love e os responsáveis pela gravação e distribuição do álbum desde 1991.

Na ocasião, seus advogados afirmaram que houve “exploração sexual infantil comercial, desde quando Elden era menor de idade até os dias atuais” e que a imagem relaciona Eden a “um trabalhador do sexo – agarrando-se por uma nota de um dólar”.

Elden afirmou que sua imagem na capa o causou “danos permanentes”, incluindo “sofrimento emocional extremo e permanente com manifestações físicas”, além de tê-lo feito “perder educação, dinheiro e oportunidades de aproveitar a vida”.

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Em contrapartida, os advogados do Nirvana afirmaram que “ele passou três décadas fazendo dinheiro como uma celebridade por ser “o bebê do Nirvana”, incluindo ao recriar a capa para os aniversários de 15 e 25 anos do álbum”. Eles pontuam ainda que Elden tem uma tatuagem com o nome do álbum em seu peito.

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