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Polêmica

Antônia Fontenelle revela que não tomou vacina contra a Covid-19

Apresentadora ainda chama a doença de ‘gripe’ e conta que filho menor de idade não irá participar de ‘experimento’

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

Antônia Fontenelle fez uma live em seu canal no Youtube e surpreendeu os internautas ao revelar que testou três vezes positivos para a Covid-19. A apresentadora também chamou a doença de ‘uma gripe’ e assumiu que não tomou a vacina contra o coronavírus.

Tudo começou quando Antônia saiu em defesa de Wesley Safadão, que reclamou dos cancelamentos dos eventos e shows por causa do aumento de casos da Covid-19 no Brasil. “As pessoas já tomaram a caral** das três doses? Então, elas precisam viver. Para que serviram essas três doses? Se alguém ousar em falar em lockdown com vocês nem discutem. Chega e deu”, começou a apresentadora.

“Essa leve de gripe que teve e que eles deram o nome de variante Ômicron, todo mundo que eu conheço pegou. Eu peguei. Peguei pela terceira vez, tive a Covid-19 pela terceira vez. Uma tosse e dores de cabeça nos dois primeiros dias e depois passou. A mais leve de todas das ‘gripes’. Todo mundo pegou pela terceira vez uma gripe. Eu não tomei nenhuma dose e não tenho planos de tomar tão cedo. Não estou aconselhando ninguém a não tomar. Estou falando de mim”, pontuou Antônia.

Ela ainda contou que o filho, Salvatore, de 5 anos, fruto do seu relacionamento com Jonathan Costa não irá tomar a vacina. “O meu filho menor não vai tomar a vacina, enquanto eu não tiver a segurança de que é realmente uma vacina e não experimento, Não sou cobaia de ninguém e o meu filho também. O mais velho (Samuel) tomou as duas doses por conta e risco. Ficou dois dias indo para o Hospital Vitória direto com formigamento em uma das pernas. Pensaram em trombose, mas os exames não deram nada. Eu estou falando de mim e das minhas experiências. Mas, filho meu, neta minha, as minhas crianças não vão tomar”, avisou.

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Vale lembrar que vacinação contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos virou uma discussão, já que toda vacinação infantil (0 a 12 anos), quando recomendada por autoridades sanitárias, como a Anvisa, passa a ser obrigatória. É o que prevê o artigo 14 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O Presidente da República, Jair Bolsonaro,  no entanto, garantiu que os pais que não quiserem vacinar seus filhos não serão punidos e ainda disse que a imunização infantil não será uma exigência. Já o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que os Ministérios Públicos dos Estados fiscalizem a vacinação de crianças contra o coronavírus.