Fechar
susto

Bandidos armados assaltam cantor da banda Jammil e família em Salvador

Rafael Barreto teve seu carro e pertences pessoais dele e da mulher roubados

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

O cantor Rafael Barreto, da banda Jammil, foi vítima de um assalto em Salvador, na Bahia, nesta sexta-feira (20). O crime aconteceu no bairro Itapuã, onde o artista teve seu carro roubado pelos bandidos.

Rafael estava acompanhado de sua mulher e filha no momento em que foi abordado pelos criminosos. Eles estava a caminho da casa de amigos, que moram em Itapuã, quando três homens armados interceptaram o veículo da família, perto de um restaurante.

A Polícia Civil informou que o caso foi registrado na Delegacia de Repressão a Furto e Roubo de Veículos. Além do veículo, dois celulares, cartões e documentos de Rafael e da esposa também foram levados.

Através dos stories de seu Instagram, Rafael comentou sobre o roubo e tranquilizou os fãs: “Fomos roubados. Levaram carros, celulares, etc. Porém, o bem mais precioso não levaram: nossas vidas. Saímos ilesos deste assalto à mão armada. Passando pra dizer que estamos bem e vivos”, escreveu ele.

Continua após a publicidade

Flavia, mulher de Rafael, usou os stories do cantor para dar mais detalhes sobre o episódio traumático: “Passando aqui pra contar o que aconteceu, pra deixar todo mundo tranquilo. Muitas pessoas estão preocupadas com a gente. O Rafa está viajando, foi fazer show e está sem telefone”, avisou ela.

Em seguida, descreveu o passo a passo da ação dos bandidos. “Ontem, menos de 20h, fomos fazer visita a amigos e veio um carro. A rua era sem saída, um carro passou por nós, deu a volta bem rapidinho, no final da rua, parou de frente e desse carro já desceram umas cinco pessoas armadas. Uns foram para o lado do Rafael, que era o lado do motorista, e outros para o meu lado, que estava sentada atrás”, detalhou Flavia.

“Eles apontando a arma, pediram pra gente descer do carro. Eles pediram celular, o colar do Rafa, eu tava com essa correntinha, não pediram, não pediram aliança e só falaram: ‘desce do carro e passa o celular’. Apontaram a arma para mim e falaram: ‘passa a senha do celular’. Eu falei a senha, não me lembro se falei a senha e não me lembro se ele desbloqueou meu telefone, que estava com a tela bloqueada”, continuou ela.

Flavia também agradeceu pelo livramento que a família teve: “Não me lembro do rosto, de quase nada, parece que apaga. Mas graças a Deus não tivemos nenhum dano físico. Não foram violentos, não encostaram a mão na gente, não bateram, não empurraram. Só foram os danos materiais e emocionais, porque ninguém quer ter uma arma apontada para a sua cabeça”, completou.