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EXCLUSIVO Claudia Leitte descobre restrição em seu veículo e vai à Justiça contra três bancos

Cantora descobriu que seu veículo tinha uma restrição decorrente de alienação fiduciária, da qual ela não é a responsável

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

Claudia Leitte move uma ação judicial contra os bancos PSA Finance, Kirton e Bradesco. A cantora é dona de um carro da marca Peugeot e descobriu que o veículo tinha uma restrição decorrente de alienação fiduciária, sem saber, contudo, quem foi o responsável por tal alienação, visto que a própria Claudia não assinou qualquer contrato desse tipo relacionado ao veículo.

Desde que descobriu a restrição, a artista tem se deparado com uma série de desafios para tentar resolver a questão, travando uma verdadeira briga com diversas instituições financeiras. A primeira informação que a cantora conseguiu foi sobre o responsável por incluir a restrição ser o Banco PSA Finance.

Após tomar conhecimento desta informação, Claudia notificou extrajudicialmente o banco, solicitando que fosse apresentado o contrato de alienação fiduciária que gerou a restrição sobre seu automóvel. A resposta que a cantora teve foi a de que deveria fazer contato telefônico através dos números que lhe foram passados.  

A cantora então entrou em contato com os números indicados e foi informada de que não havia qualquer ônus decorrente daquele banco. Também informaram que a alienação fiduciária teria sido determinada pelo banco Kirton, que é integrante do Grupo Bradesco.

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Diante disso, Claudia Leitte notificou extrajudicialmente o Kirton Bank e o Banco Bradesco, solicitando a apresentação do contrato de financiamento do veículo para os devidos esclarecimentos. Ocorre que a resposta foi que a alienação fiduciária seria de responsabilidade do primeiro banco, o PSA Finance.

O que se percebe é que os bancos ficam jogando a responsabilidade um para o outro, sem conseguir atender ao que Claudia Leitte solicita. Diante desse cenário, a cantora procurou a Justiça para solicitar que sejam expedidos ofícios às instituições financeiras, de modo que essas prestem esclarecimentos de forma oficial sobre a existência de contrato de alienação fiduciária em seu nome.