renda extra?

Esposa de Rafael Ilha vende seguidores nas redes sociais e promete sigilo do serviço

Aline Kezh já fez até promoções para seus clientes aumentarem o engajamento

Fábia Oliveira
Colunista do EM OFF

Aline Kezh, esposa do ex-Polegar Rafael Ilha, está empenhada em conseguir uma graninha extra para complementar a renda de casa. Isso porque a ex-Power Couple começou a vender seguidores nas redes sociais, para quem quiser aumentar a quantidade de pessoas nos perfis comerciais ou até mesmo nos seus próprios.

Em uma série de vídeos publicados por Aline, ela aparece oferecendo o serviço para diferentes redes, entre elas, Instagram, YouTube e Tik Tok. A esposa de Rafael Ilha promete seguidores reais, brasileiros ou mundiais, além de confidencialidade no serviço. Até promoções é possível encontrar no perfil da ex-Power Couple.

“Como todo mundo sabe, hoje, tudo é marketing, tudo que a gente quer é na rede social. E você precisar ter seguidores para ser visto, ouvido, pro pessoal conhecer seu produto, seu serviço. Hoje, tudo você vai no Instagram, para conhecer os lugares. Eu consigo para vocês seguidores reais, brasileiros. Se você estiver interessado em ter mais seguidores, mais engajamento, fale comigo no direct. É imediato. Eu não preciso da sua senha e é um serviço sigilioso”, diz ela em uma das publicações.

As postagens com os serviços de venda de seguidores começaram há poucos dias, em meados do mês de julho. Apesar de prometer mais interação e engajamento para os clientes e obter mais de 120 mil seguidores, as publicações de Aline Kezh no Instagram não contam com muitos comentários.

Um dos seguidores do casal chega a questionar o motivo de Rafael Ilha ter ‘poucos seguidores’, mesmo tendo uma esposa que trabalha com a venda. “Casal, eu gosto de vocês. Mas preciso ser sincera. Se sua esposa trabalha com engajamento, por que você tem poucos seguidores e curtidas?”, perguntou. Rafael Ilha respondeu alegando que perdeu o seu perfil com quase 400 mil seguidores e que, inclusive, tinha o selo azul de verificação.

Vale lembrar que, apesar de não ser configurado crime no Brasil, vender seguidores é considerada uma prática inconstitucional.