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SOFRIA HUMILHAÇÕES

Juju Salimeni conta que sofreu intolerância religiosa no “Pânico”: “Fora o machismo”

A musa fitness desabafou sobre abusou que sofreu quando era uma das assistentes de palco da atração

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

Nesta terça-feira (14), Juju Salimeni aproveitou uma caixinha de perguntas que abriu em seus Stories para expor abusos que sofreu quando era uma das ajudantes de palco do programa “Pânico na TV“, entre 2008 e 2011. 

Enquanto respondia questionamentos sobre sua vida em uma brincadeira de verdade ou mentira, um seguidor perguntou para a ex-panicat, que é umbandista, se ela sofreu intolerância religiosa no programa.

“Verdade. Intolerância religiosa e inúmeros abusos verbais, psicológicos, sem falar do machismo extremo. Praticamente todas as meninas passaram por isso lá”, contou a apresentadora.

Apesar das humilhações que passou, ela não se arrepende de ter participado da extinta atração da Redetv!. Em resposta a um outro seguidor, a influenciadora diz que o programa foi importante para sua carreira e os abusos que sofreu a tornaram mais forte. 

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“Ali foi o começo de tudo, devo toda minha carreira ao Pânico, tenho orgulho da minha história e trajetória. Mas isso não exclui toda a parte de abusos psicológicos e humilhações. De qualquer forma, tudo isso me fez mais forte e me impulsionou, eu nunca me abalei com nada”, contou Salimeni.

Juju Salimeni apaga a tatuagem com nome do ex

A ex-panicat Juju Salimeni fez a última sessão para retirar uma tatuagem que tinha em homenagem ao ex-marido Felipe Franco. A modelo tinha o nome do fisiculturista gravado no braço, e começou a retirar a palavra em 2019, ano em que se separou.

“Depois de muito tempo, consegui encontrar a Mirela, que faz a remoção da minha tatuagem. Eu acho que é a última sessão, hein. Saiu quase tudo, está praticamente zerada”, postou a modelo.

Juju ficou com Felipe Franco por 14 anos. Os dois começaram a namorar ainda na adolescência. Na época da separação, ela disse que “o relacionamento não teve maturidade para durar para a vida inteira”. A frase vale também para a tatuagem, que foi feita para ser eterna, mas já faz parte do passado.