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EXCLUSIVO Luísa Sonza contesta produtora Chantilly

Produtora cobra indenização alegando descumprimento contratual

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

Luísa Sonza segue a todo vapor após o lançamento do clipe “Fugitivos” com Jão, que ocorreu no dia 2 de novembro. Na Justiça, a cantora se defende de um processo movido pela Chantilly Produções, que até outubro de 2020, era responsável pela artista.

Na época, a ex de Vitão rompeu com a produtora enviando um “telegrama” e a empresa agora alega ter ficado no prejuízo em razão do descumprimento contratual, assim, o caso foi parar na Justiça. Ela é acusada de não ter cumprido shows que já estavam marcados, e a Chantilly exige pelas vias judiciais, multa contratual e alguns valores a título de comissões dos compromissos que a cantora e a empresa tinham firmado com contratantes. O valor ultrapassa os R$ 400 mil.

Recentemente, Sonza se defendeu no processo. O advogado da cantora afirma na contestação que, a produtora havia feito promessas de investimentos para alavancar a carreira dela, quando então teria decidido assinar o contrato de agenciamento com a empresa.

As promessas foram inúmeras de que Luísa teria sua agenda repleta de shows, inclusive em meios virtuais”, diz a defesa da artista. Ela reclama que no período de pandemia não obteve nenhuma receita, mostrando “desídia” por parte da produtora, no agenciamento, já que não teria realizado nenhum evento.

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Sonza também se defendeu alegando que faltavam somente 3 meses para que se completasse um ano, ocasião então que já lhe daria direito a resilição unilateral do contrato sem o pagamento de multa, e concluiu que teve um justo motivo: “falta de performance da produtora”.

A dona do hit “Modo Turbo” pediu segredo de Justiça no processo, mas o pedido foi indeferido.

Relembre o caso

A Chantilly alegou na ação que, o cachê de Sonza girava em torno de R$ 40 a R$ 60 mil, e dessa forma, entende que precisa ser indenizada pelos shows não cumpridos da agenda de 2021, que seriam dia 25 de janeiro, em São Paulo, 15 de fevereiro, em Barretos, 6 de março, em Novo Hamburgo, 13 de março, em São Paulo, 5 de junho, em Uberaba, 9 de junho, em Brasília, 11 de junho, em Vinhedo e 26 de junho em Porto Alegre, com um total bruto de R$ 405 mil.

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