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‘Queria que ela fosse homem’, diz Maitê Proença sobre Adriana Calcanhotto

Juntas desde setembro do ano passado, a atriz falou sobre seu namoro com a cantora

Fábia Oliveira
Colunista do EM OFF

Maitê Proença, que assumiu o namoro com Adriana Calcanhotto no fim do ano passado, falou detalhes sobre o relacionamento com a cantora em uma entrevista para a revista ‘JP’. Em um dos momentos, a atriz admitiu que preferia que a amada fosse um homem e reconheceu que sua fala poderia render muitas críticas.

“Eu queria que ela [Adriana] fosse homem. Para essa atividade, sempre gostei mais de homem. Mas ela é mulher, gosto dela e aceito isso. Sei que as feministas e os LGBTs não vão gostar do que acabei de dizer, mas, honestamente, é assim, entendeu? Posso experimentar algo diferente para estar com ela”, revelou a atriz.

Ainda na entrevista, Maitê Proença comentou sobre as críticas que recebeu ao defender Regina Duarte, quando a atriz aceitou ser secretária de Cultura do governo de Jair Bolsonaro. “Fui muito criticada por defender a Regina. Continuo sem entendê-la porque esse governo se mostrou tão equivocado, tão contrário à nossa classe… Mas não vou patrulhar uma colega que convivi por 30 anos e sei que não é uma pessoa perversa. Achei horrível fazerem isso, sabe? O pensamento da Regina sempre foi diferente do meu, mas ela está intitulada a pensar o que bem entender”, falou.

Os rumores de um namoro entre Maitê Proença e Adriana Calcanhotto ganharam força em setembro de 2021. As duas ficaram mais próximas com a ajuda do empresário Zé Maurício Machline, que além de ser amigo das artistas, também já namorou a atriz. Em novembro, Proença chegou a comentar sobre o assunto, pela primeira vez, ao portal ’29 Horas’.

O jornalista Chantal Brissac questionou sobre o namoro: “Em março [2021], você escreveu sobre buscar um amor, alguém que soubesse velejar, e hoje está feliz ao lado da cantora e compositora Adriana Calcanhotto. Que ventos trouxeram esse novo amor?”.

Maitê Proença explicou: “Eu estava brincando quando disse que procurava alguém. Nem seria possível fazer experiências amorosas no meio de uma pandemia, sem vacinas. E a Adriana é adorável, única, mas não sabe velejar. Nem eu. Estamos aprendendo sobre os ventos com barquinhos de papel”.