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DENÚNCIA

Rodrigo Pimentel acusa Globo de forjar documento sobre morte de Marielle

Rodrigo Pimentel, capitão do BOPE, diz que boletim de ocorrência exibido pela emissora não existia nos registros da polícia

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

Uma denúncia grave de falsificação contra a TV Globo veio à tona e envolve o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco. Rodrigo Pimentel, convidado do programa “Achismos de Maurício Meirelles”, disse, entre outros assuntos, que a Rede Globo falsificou um boletim de ocorrência para dramatizar a matéria jornalística sobre a morte da parlamentar. Ele disse que a emissora falsificou um boletim de ocorrência para tentar incriminar [Jair] Bolsonaro no assassinato de Marielle Franco.

“Um amigo que era chefe da polícia civil, Marcos Vinicius, me chamou a atenção para um boletim de ocorrência que apareceu na matéria meio embaçado e nós olhamos o número, checamos no computador e o boletim não existia. A equipe de arte da Rede Globo, para dar dramatização na matéria, ‘meteu’ um documento que não existia. Foi uma coisa tão doida. Eu não queria que o Brasil chegasse a esse ponto”, detonou Pimentel.

Pimentel, que é capitão veterano do BOPE, grupamento especial da Polícia Militar do Rio de Janeiro, falou sobre Marielle no campo político e garante que a ex-parlamentar foi eleita pelos moradores da zona sul carioca.

“Marielle nem voto em favela teve, ela foi eleita pela zona sul. Acho que Marielle foi assassinada pela milícia. Ela tinha projetos de lei de ocupação do espaço urbano pelas favelas. Ela tinha projetos que esbarrariam em interesses de várias milícias”, afirmou o policial.

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Confira a entrevista.

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