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Preocupada com a folia

‘Saúde em primeiro lugar’, diz Adriane Galisteu sobre Carnaval 2022

Apresentadora assume estar confusão com a proibição da festa de rua e a liberação dos desfiles das escola de samba e pede cautela

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

Ex-rainha de bateria da Unidos da Tijuca, Portela e Rocinha, escolas de samba do Carnaval carioca, e da Rosas de Ouro, em São Paulo, Adriane Galisteu resolveu entrar na polêmica sobre a realização ou não da folia 2022. A apresentadora da Record TV conversou com seus seguidores nos stories do Instagram e pediu cautela. Ela também lembrou que é preciso pensar na segurança de todos com relação a saúde.

Muita gente tem me ligado para saber a minha opinião sobre uma questão em especial que a gente está vivendo neste momento, sobre o Carnaval de 2022. Eu sei que esse assunto gera uma baita polêmica porque tem gente que pensa assim: ‘Bom, se não pode o bloco de rua, também não pode o Carnaval da Avenida’. Cada escola tem 3.000 integrantes, que saia pela metade, 1.5000: aglomeração. Camarote pode, mas mesmo que seja pela metade, todo mundo vai junto ali para a frente para assistir, vai estar todo mundo de máscara? Vai todo mundo desfilar de máscara?“, começou Galisteu que ainda lembrou ter uma experiência de 20 anos nos desfiles de escolas de samba.

Então, mas não pode bloquinho e pode esse Carnaval de avenida, por que então não pode nada ou pode tudo? Porque se pode esse Carnaval, onde contamina mil, contamina 1 milhão. Onde contamina 1 milhão, contamina mil. Quem bate em Chico, bate em Francisco, não é assim o ditado? Está confuso, né gente? Está muito confuso porque faz sentido as coisas, faz sentido não ter porque acho que vida vem em primeiro lugar“, completou a apresentadora, que assumiu estar preocupada.

Tem uma coisa que eu tenho certeza absoluta que a gente vai concordar, que é saúde em primeiro lugar. Antes de qualquer diversão, qualquer projeto, qualquer passo que você vai dar, saúde em primeiro lugar porque é a única coisa que a gente não controla. O que a gente controla é a nossa imunidade, então temos que cuidar da gente e das escolhas que a gente fez, mas saúde em primeiro lugar. Segurança, a nossa vida, a vida do próximo em primeiro lugar. Se tudo isso está contabilizado, acho que a gente pode começar a falar de qualquer passo para uma vida mais normal”, finalizou Galisteu.

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Adriane Galisteu/Reprodução