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EXCLUSIVO Sobrinho de Cid Moreira pede exumação do corpo do pai

Marcus Vinicius Naressi procurou o Ministério Público por desconfiar que o pai possa ter morrido por abandono de incapaz

Fábia Oliveira EM OFF
Fábia OliveiraColunista do EM OFF

Mais uma bomba envolvendo a família de Cid Moreira vem à tona. Dessa vez, o sobrinho do ex-apresentador do Jornal Nacional, Marcus Vinicius Naressi, filho de Célio Moreira, procurou o Ministério Público do Rio de Janeiro, e fez uma grave acusação contra duas mulheres.

Marcus estaria desconfiado da mulher que esteve casada com o seu pai [Lourdes Maria Silva Pinheiro Moreira], e também desconfia da cunhada dela, a atual mulher de Cid Moreira [Maria de Fátima Sampaio Moreira], de terem envolvimento na morte de seu pai, falecido aos 89 anos.

Para Ângelo Carbone, advogado constituído por Marcus, o caso é tão grave que ele desconfia se tratar de um homicídio. “Pedimos ao Ministério Público a exumação do corpo, e em razão da tentativa delas de fazerem a cremação, suspeitamos que pode ter ocorrido envenenamento, ou até sido morto por abandono”, diz o profissional à coluna.

De acordo com o documento protocolado junto ao MP nesta quarta-feira (10), a morte de Célio ocorreu no dia 2 de setembro de 2021, e segundo Dr. Carbone, as duas mulheres teriam tentado “cremar” o corpo dele, contudo, Marcus foi contrário a ideia. Depois disso, ele [Célio] teria sido enterrado em uma cova rasa, como indigente em um cemitério localizado na cidade de Petrópolis.

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Ele explica ainda que o pai estava bem de saúde, jogava tênis, praticava atividade física e tinha plano de saúde. “A querelada [Lourdes Maria Pinheiro] o manipulava, o afastou da família e do convívio social, estando responsável por ele”, informa o advogado ao MP, acrescentando que vivia junto com a segunda querelada [Maria de Fátima Sampaio Moreira] e “pretendiam destruir o corpo” de Célio.

De forma repentina, o sobrinho de Cid Moreira afirma que foi procurado por elas [Lourdes Maria e Maria de Fátima], vindo a saber que o pai estava em uma UPA, e de lá mesmo, elas pretendiam colher a sua assinatura, autorizando a cremação.

Marcus diz que recebeu informações da UPA de que o pai estava com diarreia há dois meses. Por isso, ele e seu advogado desconfiam que Célio pode ter sido envenenado, uma vez que sequer o levaram para um atendimento em um hospital particular. De acordo com o documento enviado ao MP, eles frisam que o falecido possuía muito dinheiro.

Ângelo Carbone diz ao MP que “teme-se homicídio qualificado”, ou abandono de incapaz com final morte. Além do pedido de apuração, da instauração de um inquérito para averiguar as circunstâncias da morte, foi pedido ainda a Justiça, a exumação do corpo de Célio Moreira.

A coluna conversou com Fátima Sampaio, mulher de Cid Moreira, que afirmou estar indignada com as acusações: “Não tem nenhuma verdade nisso. O irmão do Cid tinha várias comorbidades, como câncer na próstata e diabetes, além de viver com apenas um pulmão. Célio parou de pagar o plano de saúde por vontade própria e não avisou a ninguém. Faleceu no meio de uma pandemia e, por isso, o enterro teve que ser rápido. Nós não temos jazigo. Nem o Cid tem. Para mim, esse menino tem algum problema neurológico que ainda não foi diagnosticado. O Célio não era rico. Vivia da aposentadoria. Os restaurantes caros e a viagem para a Europa foi o Cid que sempre deu de presente para eles. A minha cunhada é uma senhora, foi casada com ele por 38 anos. Eu tenho 21 anos de casada com o Cid. Jamais cometeríamos qualquer dessas atrocidades descritas por ele”.

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