REACENDEU A TRETA

Thiago Glagliasso propõe debate sobre política com Bruno: ‘Vai sair de frouxo’

O artista disse em um podcast que se afastou do irmão por 'questões morais'

Fábia Oliveira
Colunista do EM OFF

Após Bruno Gagliasso declarar no podcast “Quem Pode, Pod” que se afastou do irmão por “questões morais”, Thiago propôs que eles se juntassem em um debate e ainda ironizou que o ator sairia de frouxo caso não aceitasse.

Nesta sexta-feira (8), através de sua conta no Twitter, Thiago Gagliasso também disse que o artista é um apoiador de bandido, se referindo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Meu querido irmão, Bruno Gagliasso, declarou em um podcast que o motivo dele não falar comigo não é política e sim por uma questão “moral” por hoje eu apoiar esse “bosta” [Jair Bolsonaro] sou [sic] eu não ter escrúpulos. Detalhe, vestido em uma toalha do Lula!”, escreveu o cunhado de Giovanna Ewbank, se referindo às toalhas com o rosto do ex-presidente que Bruno comprou para presentear amigos.

O pré-candidato a deputado estadual pelo Rio de Janeiro continuou com as provocações. “Bruno, meu querido irmão, seria um prazer enorme sentarmos juntos em uma mesa para um debate. Posso mostrar com fatos o bandido que você apoia publicamente sem escrúpulos e a farra que sua turma fez com o dinheiro público na Rouanet, que tal? Aceita ou vai sair de frouxo?”, completou. 

A nova briga entre os irmãos aconteceu depois de uma participação de Bruno no ‘Quem pode, pod’, de Gio Ewbank e Fernanda Paes Leme. Na entrevista, o ator afirmou que eles possuíam uma boa relação entre a infância e adolescência, mas foi mudando com o passar do tempo.

“Nossa relação na infância era maravilhosa. A grande memória que tenho dele e o que quero carregar para o resto da vida é nossa infância. Sempre fomos muito ligados. Uma das memórias mais lindas que tenho foi quando fui morar na Argentina, que foi muito difícil para mim, mas ele passou um mês comigo lá e foi o melhor mês que tive lá. Quando me perguntam qual foi o dia mais feliz da minha vida, um deles foi, sem dúvida, o nascimento do meu irmão”, disse ele.

Ele não descarta uma reconciliação: “Em algum momento talvez sim. Hoje não consigo enxergar. Porque admiração, respeito, afinidade, hoje não sinto por ele. Mas o que eu sinto é o amor de irmão, isso nunca vai apagar. E a saudade de tudo o que a gente viveu“, declarou.