Fechar
Quer namorar

Gil do Vigor explica se fama melhorou vida amorosa

Gil do Vigor se diz chateado com a vida amorosa após o BBB, já que ninguém o pede em namoro

Aline TorresRepórter do EM OFF

Gilberto José Nogueira Júnior, ou popularmente conhecido como Gil do Vigor, teve uma participação emblemática na 21ª edição do Big Brother Brasil. Responsável por bordões icônicos, o pernambucano agora lida com a fama adquirida junto com os mais de R$ 15 milhões conquistados com os trabalhos de publicidade que fez após sair do programa de confinamento da Rede Globo.

Em entrevista para a revista Quem, o doutorando em economia contou sobre como está sendo a vida na Califórnia, estado americano onde está fazendo seu PhD em estudos econômicos. Além disso, e contou sobre como anda a vida após a fama e a vida amorosa também, questão muito lembrada por ele desde que esteve na casa mais vigiada do Brasil.

Sobre ter sua rotina nos Estados Unidos contado através de um documentário no Globo Play, “Gil na Califórnia”, Gilberto explica o sentimento: “De fato, é interessante ver nossa história retratada. Diferentemente do BBB, em que a gente só tem acesso a uma especificidades de coisas para fazer – prova do líder, prova do anjo, formação do paredão, eliminação –, aqui você não está limitado a alguns mil metros quadrados. No BBB, nem sempre consegui me abrir”, disse em trecho da entrevista.

Gil também contou como foi a adaptação em um país estrangeiro, com a cultura tão diferente da dos brasileiros e sobre como os americanos reagiram ao saber que ele é uma pessoa famosa no Brasil: “Isso foi uma dificuldade. O americano tem uma autoconfiança, né? Eles gostam de mandar, de impor”, disse.

Continua após a publicidade

Eles são os regozijados com tudo. Quando chega um rapaz estrangeiro, latino, que fala que vai pagar tudo porque quer viver no regozijo, que anda com câmeras pra lá e pra cá, que tem milhões de seguidores no Instagram… Vem aquele olhar de “quem é você, estrangeiro?”. Houve um choque, mas fui muito bem acolhido pelos meus roommates e por alguns colegas do meu phD“, relatou.

“Teve, sim, quem me recebesse com certa repulsa. Só um ou outro, mas teve. Como criou-se essa repulsa, houve a dificuldade para que eu me aproximasse de todos da minha turma. Existiu a resistência e precisei quebrar a barreira. Minha amiga, a gente caga e peida igual a todo mundo. É todo mundo igual, quando morre é tudo igual. Para quem já veio do lixo não vai perder para basculho, né? Essa é uma frase que eu levo para tudo. Sempre deixei claro para todos os meus amigos que sou igual a todos, independentemente de estar no regozijo ou não”, continuou.

Ele explicou o que teve de fazer para se aproximar dos colegas de quarto: “Aos poucos, me adaptei e descobri que é só pagar a cachaça, viu? Não adianta pagar a faxina ou comprar comida, tem que pagar a cachaça. Pagar a faxina não os faz gostar de você. Mas se você pagar cerveja, minha amiga… Aí, sim, você vira o melhor amigo, mas só fui descobrir isso no fim deste primeiro período. Quando voltar das férias no Brasil, já vou chegar falando: “Gente, tenho cachaça”. Aí, fica todo mundo alegrinho, no regozijo”.

Ao relembrar 2020, Gil se viu diante de uma tentativa frustrada para entrar no BBB: “2021 foi meu ano. 2020 comecei deprimido. Tentei o BBB20 e não me chamaram nem para entrevista. Meus anos de 2019 e 2020 foram difíceis. Estava frustrado, só chorava, me questionava se não era interessante. Estava com as dívidas lá em cima. No único dia que fui a faculdade em 2020, já veio a Covid. Eu peguei a Covid, me lasquei. Fiquei três meses sem sair de casa e quando saí, peguei a bendita doença. Fiquei indignado”.

Sobre como está a vida após a fama, Gilberto explica que pensou que poderia estar com vários “contatinhos”, mas não é isso que acontece: “Sabe que eu nem acho que sou famoso? Se fosse famoso, eu teria uns 20 pedidos de namoro nas minhas DMs [direct message do Instagram]. Eu não tenho. O povo não pede para namorar comigo. Na Farofa da Gkay, você acha que vinham conversar comigo? Que nada. Vinham pedir foto. Até me pedem selfie, mas não pedem um beijinho (risos)”, completou.