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Bastidores da Parada

Inês Brasil é impedida de fazer show e surta na Parada LGBT+

Intérprete de “Make Love” foi aplaudida pelo público após denunciar suposto desprestígio

Paulo Henrique LimaRepórter do EM OFF

A 26ª Parada LGBT+ de São Paulo que aconteceu neste domingo (19) foi marcada por shows de vários artistas em destaque no atual cenário musical brasileiro. Ludmilla, Luísa Sonza, Pabllo Vittar foram algumas das atrações que animaram mais de 4 milhões de pessoas na Avenida Paulista. Inês Brasil também marcou presença no evento.

Pedida em realities com frequência, a intérprete de “Make Love” passou por uma situação constrangedora no trio da Burguer King/Avon. O carro em questão trouxe a esposa de Brunna Gonçalves, além de Pepita e Lexa. Ela foi anunciada como uma convidada surpresa logo no início do desfile pelo principal cartão postal da capital.

Inês Brasil cantou ao lado de Ludmilla e até fez topless para a multidão que gritava por seu nome. A animação da festa no carro em questão azedou na segunda parte do percurso quando a cantora iniciou o próprio show. Inês cantou os hits “Undererê” e “Make Love”, mas ao se preparar para cantar a terceira canção, foi avisada por alguém da produção que precisava encerrar sua participação.

Mesmo com inúmeros pedidos do público, a produção do trio Burguer King/Avon se mostrou irredutível. Em uma última cartada, Inês rasgou o verbo na avenida para milhões de pessoas. A artista denunciou um suposto desprestígio e se mostrou extremamente chateada com a contratante para a sua presença na Parada LGBT+.

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“Eu não sou mendiga pra vocês deixarem eu cantar duas músicas. Não me chama mais!”, disparou Brasil em alto e bom tom. O público acompanhou o desabafo da famosa e vibrou com a sua coragem de expor a situação de bastidor. A cantora conseguiu ainda entoar mais uma canção como uma espécie de “prêmio de consolação”.

Aliás, os problemas não se limitaram apenas em cima do trio. Fontes notaram que jornalistas com crachá de credenciamento foram impedidos de ficar dentro da corda e até mesmo subir nos carros. Alguns seguranças chegaram a expulsar com grosseria profissionais das cordas. No trio das marcas em questão, a prioridade na maioria das vezes era para influenciadores digitais.