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CEGONHA À VISTA?

Ludmilla e Brunna Gonçalves revelam que querem ter filhos

A funkeira e a dançarina disseram que querem ser mães: "Vamos amar muito quando acontecer, mas não temos nada planejado"

Danilo ReenlsoberRepórter do EM OFF

A cantora Ludmilla e a dançarina Brunna Gonçalves, casadas desde dezembro de 2019, revelaram que têm vontade de se tornarem mães. “Sonhamos gerar e também adotar. A maternidade é um desejo e será bem-vinda quando vier“, disse a cantora de hits como “Verdinha” e “Cheguei” em entrevista ao jornal O Globo.

Os herdeiros, no entanto, devem demorar um pouco. “Vamos amar muito quando acontecer, mas não temos nada planejado“, completou Ludmilla. Nesta quinta-feira, a funkeira fez um show online para uma famosa marca de lingerie e disse que ainda sofre preconceito devido à sua orientação sexual sempre que aparece ao lado da esposa.

Não damos bola, porque somos bem resolvidas com nosso relacionamento. Fora o fato de que fomos muito mais abraçadas do que atacadas”, revelou a artista. “Ainda há preconceito, mas enquanto eu tiver voz, vou lutar contra. As pessoas merecem ser felizes, independente da orientação sexual. Olha o que estamos pedindo em pleno 2021: respeito, seja ele na esfera que for”.

Na entrevista, a funkeira, que já gravou com o rapper internacional Snoop Dogg, falou também sobre a sua parceria com Cardi B. “Espero que seja logo! Estou morrendo de ansiedade também. Mas antes desse feat, vem mais pedrada por aí, aguardem”, prometeu.

Recentemente, em uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Ludmilla afirmou que precisou “se mutilar” para ser aceita no mercado da música e na sociedade. “Eu não era o padrão. Não era aceita. Nenhuma marca queria ser representada pela MC Beyoncé. Por isso, tive que me mutilar, afinar meu nariz, porque queria ser aceita“, lamentou.

Na mesma entrevista, ela falou como o racismo influenciou na sua carreira. Ela falou também da vitória da socialite Val Marchiori na Justiça após ela dizer que o cabelo de Ludmilla parecia “bombrill”. “O racismo estrutural é histórico. Senti que a gente andou uns anos para trás“, disse.

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