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Deu ruim!

Marcos Harter perde mais uma vez na Justiça contra Globo

Ex-BBB17 perde mais uma vez pra a gigante da TV

Aline TorresRepórter do EM OFF

Marcos Harter sofreu uma nova derrota no processo por danos morais que move contra a Globo. Após ser expulso do BBB17 por “indícios de agressão física”, o médico culpou a emissora por prejudicar sua imagem e pediu uma indenização de R$ 750 mil. Ele não foi atendido e ainda foi punido com o pagamento de 10% do valor da ação. Contrariado, entrou com um pedido de embargos, com o objetivo de reverter a decisão, mas novamente foi rejeitado.

A juíza Ana Lúcia Xavier Goldman, da 28ª Vara Cível de São Paulo, protocolou sua decisão na quinta-feira (11), na qual rejeitou todos os argumentos da defesa de Harter e o intimou para se definir o que fará diante da recusa.

A reportagem de Gabriel Perline teve acesso ao documento do pedido de embargo, de 15 páginas. A defesa do ex-BBB mostrou seu incoformismo com o fato de a Globo não ter entregue em juízo as gravações feitas no confessionário do reality show, em que Emilly Araújo supostamente denunciou o ex-namorado por agressão física dentro do programa.

O médico terá até 15 dias para definir se acatará a sentença inicial e pagará a multa de R$ 75 mil, ou se dará entrada na apelação para a avaliação em segunda instância.

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Entenda

Marcos Harter foi expulso do BBB17 em 10 de abril de 2017. Ele foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, mas acabou absolvido pelo Tribunal de Justiça. Na petição, feita no início de 2020, a defesa do cirurgião alegou que esperou quase três anos para entrar com o processo contra a Globo para comprovar que Emilly Araújo não tinha a intenção de denunciá-lo por agressão

A campeã ddo BBB17 nunca entrou com uma ação judicial contra o cirurgião.Apesar de ele não ter sido condenado, a juíza entendeu que a Globo agiu corretamente, considerando que a emissora colheu provas que apontavam comportamento agressivo do médico.

“Nesse cenário, a agressão existiu, sendo comprovada a autoria pelas imagens e depoimentos da participante Emilly, e a materialidade pelo laudo de exame de corpo de delito, não havendo prosseguimento da investigação criminal por ausência de representação da vítima [Emilly] para instauração da ação penal, como exigido pela legislação de regência”, disse a magistrada no despacho protocolado em 26 de janeiro”.

Fonte: Gabriel Perline – Notícias da TV

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