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Deu bom

Marília Mendonça se livra de pagar R$ 33 mil por denúncia de agressão

Cantora saiu vitoriosa de ação movida contra ela por uma agressão supostamente cometida por um dos seus seguranças

Aline TorresRepórter do EM OFF

A cantora sertaneja Marília Mendonça não precisará pagar indenização de R$33 mil após ser denunciada por Matheus Moreira, que alega ter sido agredido por um dos seguranças da cantora durante um show realizado no Estado de Goiás. A ação foi considerada improcedente pela Justiça.

O caso tramitava desde 2019 no 3º Juizado Especial Cível, do Tribunal de Justiça de Goiás. Segundo o Notícias da TV, Moreira pedia à cantora a quantia de R$33 mil em danos morais.

A agressão teria acontecido em 18 de novembro de 2018, quando Moreira, que foi contratado para realizar serviços na organização do show e tinha pulseira de acesso aos bastidores e palco, alegou que foi agredido ao defender um dos organizadores da festa que estava sendo impedido de passar pelo segurança da cantora.

Ao tentar ajudar o organizador, Moreira contou que foi agredido pelo segurança com “empurrões, murros, pontapés e uma coronhada na cabeça”. Ele ainda alega que foi ameaçado com uma arma e que teve seu aparelho de telefone danificado na briga. O resultado, segundo o denunciante, foram 15 pontos na cabeça do produtor.

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A Justiça alegou que a cantora não tem culpa, pois não é ela quem escolhe os seguranças que a acompanham nas cidades por onde passa. Alegou também que Moreira não concluiu o exame de corpo de delito e nem apresentou fotos e nota fiscal do celular danificado.

Segundo os autos, constatou-se que o produtor não tinha autorização para estar no palco e que encontrava-se em estado de embriaguez, por isso acabou se exaltando com o segurança após ter sido retirado do lugar por estar alcoolizado.

“Em relação à parte ré Marília Dias Mendonça, julgo extinto o processo sem resolução do mérito. Em relação às requeridas, Sentimento Louco Produções Artísticas Ltda e WorkShow Produções Artísticas Ltda, julgo improcedente os pedidos formulados pela autora”, diz a decisão judicial.