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PERRENGUE

Pedro Scooby foi preso antes de entrar no ‘BBB22’

Pedro Scooby, surfista e participante do ‘BBB22’, foi preso antes de entrar no reality show da Globo. O ex-marido de Piovani contou detalhes

Adriel MarquesRepórter do EM OFF

Pedro Scooby, surfista e ex-marido de Luana Piovani, passou por uma situação delicada. Antes de entrar no Big Brother Brasil 22, reality de confinamento da Globo, o famoso enfrentou um momento de tensão fora do país. Pedro Vianna, apelidado de Scooby no esporte, foi confundido e acabou sendo detido em solo internacional.

Durante uma entrevista para Fábio Porchat, no Que História É Essa Porchat?, Pedro Scooby deu detalhes sobre a prisão e por quanto tempo ficou na cadeia fora do Brasil. O apresentador ficou assustado com o ocorrido e o surfista explicou que também ficou bem preocupado. Dentro do BBB22, o participante do Camarote, também já revelou que seu irmão foi parar atrás das grades.

“O meu irmão foi meio que o antagonista da minha vida. Ele foi preso um tempo atrás e depois ele saiu e disse: ‘Não quero fazer nada errado na minha vida’. Meu irmão é o amor da minha vida. Amo ele como amo meus filhos. Minha mãe o ajuda. A gente conseguiu dar uma tranquilidade para ela. É muito guerreira, falo que ela é o anjo da minha vida”, disse Pedro Scooby no Big Brother Brasil.

Sobre a prisão do surfista fora do país, o brother do BBB22 explicou que estava viajando entre amigos: “Eu comecei a trabalhar com o surf, é… sei lá, desde os 13 anos minha vida foi viajar o mundo. Você começa a desbravar lugares e com isso muitos perrengues e todos os problemas. Uma vez assim [disseram]: ‘Ah, já viajou para todos os lugares do mundo. O que você não fez?’. E aí teve uma vez com os amigos da Califórnia e a gente falou: ‘Ah, vamos pro Brasil de carro?’. E a gente começou, vambora! Chegou lá na Califa, começamos a arrumar o carro, a gente chegou e falou assim: ‘Vamos fazer a trip e vamos esperar um Swell'”.

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“Que é quando vem onda grande, pra surfar no norte do México, que é um lugar muito famoso. É três horas de San Diego, ali no sul da Califórnia e a gente foi esperar as ondas grandes e fomos pegar as ondas grandes. Quando a gente saiu da água, eram três horas em San Diego e a viagem eram de três meses. A gente virou e falou: ‘Vamos voltar em San Diego, deixar as pranchas de onda grande já que não vamos surfar onda grande até o Brasil. Não vou ficar carregando esse trambolho em cima do carro'”, continuou Pedro Scooby.

O clima esquentou no retorno para os EUA: “Quando a gente voltou em San Diego, pra voltar nos Estados Unidos, um problemaço. Foram seis horas na fila de carro, pra você atravessar. Ele para carro por carro, pega passaporte. Sabe a imigração que você vai no aeroporto? Só que de carro, então imagina se é uma pessoa por carro, né? Aí a gente ali e chegou a nossa vez. O cara pediu o passaporte de todo mundo e a gente entregou. Daqui a pouco um amigo me olhou e falou assim: ‘Cara, tô olhando pro retrovisor e tem uma arma apontada pra mim’. Só que só ele conseguia ver né?”.

“Ele falou: ‘Não olha pra trás, não olha’. Daqui a pouco uma voz no megafone de um cara falando em inglês: ‘Coloca a mão pra fora do veículo, os outros passageiros também. Todo mundo com a mão pra fora do veículo’. Só no nosso carro, quando a gente olhou pro lado e pro outro, todas as cabines vazias e os carros vazios. Já entrei em desespero. Primeiro pediram para o motorista sair, até então eu não sabia o que estava acontecendo. Saiu todo mundo e os caras pediram pra todo mundo ir andando de costas, eu abri a porta e fui andando”.

“Quando fui virar assim cara, juro [que tinha] uma parede de fotos. Todos os caras de SWAT, de preto e capacete com o fuzil apontado e outros ajoelhados. Outro apontado no ombro, surreal a parada. Na hora que eu vi assim, eu estagnei. O cara dizendo: ‘Continua’ e eu continuei. Quando olhei na camisa, aquela mira a laser. Eles prenderam a gente, a gente ficou seis horas presos. Vocês não tem noção, a gente ficava um olhando pra cara do outro: ‘O que a gente fez? Por que a gente está preso?'”.

O cara depois de seis horas veio e falou assim: ‘Pode pegar o pertence de vocês’. Pegamos e aí? Ele disse: ‘Ah não, foi engano’. Toda essa cena, todo esse teatro, muito louco e o cara simplesmente falou: ‘Toma o seu documento, desculpa e pode ir embora. ‘Eu quero saber o motivo de preso’ e o cara [respondeu]: ‘Vocês querem ir presos de novo?'”, finalizou Pedro Scooby.