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Suspeito por estupro de vulnerável

‘RaulZito’ teria conquistado os pais de criança para praticar abusos

Segundo investigações, o suspeito ganhou a confiança dos pais para conseguir seu objetivo com a vítima

Bruno PintoRepórter do EM OFF

O caso envolvendo o influenciador digital Raulino de Oliveira Maciel, mais conhecido como Raulzito, vai ganhando detalhes surpreendentes. Conforme as investigações continuam avançando de maneira satisfatória, muitas novidades estão sendo descobertas e divulgadas pela Polícia.

O youtuber de games foi preso pela Polícia Civil nesta terça-feira (27). O suspeito foi localizado e capturado pelos agentes da polícia em Florianópolis, Santa Catarina. O influenciador, que está sendo acusado por estupro de vulnerável, não reagiu à prisão.

De acordo com informações divulgadas pela polícia, o suspeito teria atraído diversas crianças, com idades que variam entre 10 e 14 anos, por meio de um perfil em uma determinada rede social. O youtuber de games usava seu contrato com uma emissora de TV para prometer trabalhos.

Segundo investigações da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), em um dos casos, Raulino de Oliveira Maciel primeiro usou os pais da vítima para que então pudesse cometer o suposto abuso. Ele conseguiu ganhar a confiança dos responsáveis pelo menor e até pagou passagens aéreas para São Paulo.

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Ainda de acordo com as investigações, o youtuber de games recebeu a família e a vítima em uma residência no primeiro semestre deste ano. O suspeito teria conseguido enganar os pais da vítima tão bem, que chegou a se hospedar na casa deles, no Rio de Janeiro.

De acordo com Adriano França, delegado da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima, ele conseguia ficar sozinho com a vítima após ganhar a confiança dos pais: “Ele se aproveitava da confiança adquirida com os pais e quando ficava sozinho praticava os abusos”.

Em entrevista ao portal UOL, o delegado revelou a real possibilidade do número de vítimas crescer: “É possível falar que existem outras vítimas, alguns nomes já constam nos autos, ainda não chamamos, porque não era o momento e alguns não foram localizados, mas já estamos providenciando isso, inclusive em conjunto com a polícia paulista“.

Para que as investigações possam ocorrer de maneira mais segura, o delegado pediu a prisão temporária de 30 dias, além de buscas nas casas do suspeito.

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