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Apresentador do ‘Hora 1’ revela que passou por experimento médico

Roberto Kovalick revelou o método utilizado por um médico na tentativa de se adaptar melhor a nova rotina

Bruno PintoRepórter do EM OFF

Em 2019, a jornalista Monalisa Perrone anunciou sua saída da Rede Globo para integrar o quadro de apresentadores da CNN Brasil. Desde então, Roberto Kovalick está no comando do “Hora 1” e vem se mantendo firme na missão de comandar o telejornal exibido durante as madrugadas da Rede Globo.

Na época, em comunicado, Ali Kamel, diretor-geral de jornalismo da emissora carioca, anunciou o novo apresentador do noticiário e fez questão de enaltecer a carreira consolidada do jornalista:

“É com grande alegria que comunico que Roberto Kovalick, um dos nossos mais talentosos jornalistas, assumirá a bancada do ‘Hora 1’. Roberto Kovalick conquistou o respeito de todos nós com uma carreira sólida e cheia de êxitos aqui e no exterior. Como âncora, leva para o ‘H1’ toda a sua experiência, sua clareza, seu texto impecável e sua grande capacidade de comunicação”.

Desde que começou a apresentar o telejornal, Kovalick precisou mudar completamente sua rotina. Foi necessário trocar a noite pelo dia e vice-versa. O apresentador teve bastante dificuldade para se adaptar a uma rotina nada comum para a maioria das pessoas.

Em entrevista recente ao jornal Extra, Kovalick disse: “Acordo às 23h e tomo café às 23h30. Chego no estúdio à meia-noite e finalizo algumas pendências como editor-chefe até entrar ao vivo, às 4h. Saio de lá por volta das 7h e, às 8h, almoço, com bife e tudo. Já o jantar é ao meio-dia. Logo depois, passo a usar óculos escuros dentro de casa para simular o entardecer e enganar o cérebro, para dormir às 15h”.

Mas quem vê o âncora do “Hora 1” falando desse jeito, não imagina a dificuldade que ele encontrou para se adaptar a rotina que ele não chama de virada, mas sim de adiantada. Em entrevista ao portal GQ, Kovalick disse que foi necessário mudar os horários de suas alimentações, além de questões voltadas a luz.

“Para funcionar, tenho que acertar uns horários de alimentação e de disposição à luz, é o que determina nosso relógio biológico. A partir das 13h, eu simulo como se fosse fim da tarde: fecho as janelas de casa, boto óculos escuros”.

O apresentador revelou ainda que passou por um experimento com um médico mineiro, com o objetivo de tornar sua adaptação a nova rotina um pouco menos complicada. “Ele botou um relógio no meu pulso que media a qualidade do sono, disposição à luz, etc. Seriam três etapas para eu me adaptar ao novo horário. Foi um negócio meio maluco”.

Kovalick contou como e quais etapas precisou passar. “A primeira etapa seria a mudança de hábito. Se não funcionasse, partiríamos para uma tecnologia que ele mesmo estava desenvolvendo com atletas que iriam para Tóquio, para se adaptarem ao fuso horário. Era uma luva, que você bota na mão esquerda, e ela baixa a temperatura do seu sangue. E isso ajuda você a dormir. E se eu não me adaptasse, teria que fazer todo um tratamento”.

Felizmente o apresentador respondeu bem ao que foi proposto e não foi necessário seguir com outras etapas:

“Eu parei na primeira etapa! Só a mudança de hábitos resolveu pra mim. Eu não precisei passar para as outras duas etapas. Ele que me orientou a almoçar às 8h da manhã, usar óculos-escuros e jantar ao meio-dia. De manhã, mesmo que esteja com um pouco de sono, eu não posso dormir. Eu me exponho à luz e faço exercícios físicos”.

Mesmo com a difícil missão de se adaptar a uma rotina totalmente diferente, Roberto Kovalick vem se mostrando um profissional exemplar e apaixonado pelo que faz, tendo em vista a sua desenvoltura e naturalidade no comando do “Hora 1” desde 2019.

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