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Luísa Mell revela que já usou alucinógenos com a mãe: ‘Louca’

Apresentadora e ativista relembrou viagem a Amsterdã no "Que História é Essa, Porchat?"

Danilo ReenlsoberRepórter do EM OFF

A apresentadora e ativista da causa animal Luísa Mell fez revelações inusitadas no “Que História é Essa, Porchat?”, programa apresentado por Fábio Porchat para o canal GNT. Em um momento da entrevista, a loira afirmou que já usou substâncias alucinógenas com a mãe e a irmã durante uma viagem a Amsterdã, capital da Holanda. “Alucinada“, disse.

Luísa Mell foi questionada pelo apresentador e humorista sobre qual havia sido a viagem mais incrível que ela havia feito. “Amsterdã, uma viagem inesquecível. Fui com a minha mãe e minha irmã“, disse a ativista, um pouco envergonhada em relembrar o momento. “A gente tava ali, tem vários museus, minha mãe vem ‘comprei um negócio, moço falou que é incrível, come um pedacinho, esse cogumelo é super legal, a gente vai se divertir bastante’“.

Ela continuou: “Sei que tô andando, começo a sentir a pele meio que assim, ‘tá acontecendo alguma coisa, preciso entrar em algum lugar’… Entramos no Museu do Sexo“, relembrou Luísa, arrancando risos de Porchat e demais convidados. “E eu louca, comecei a ficar alucinada, era pinto por todos os lados. Eu entrei no banheiro e pensei ‘meu Deus o que tá acontecendo?‘”.

Ainda durante o seu relato, Luísa Mell contou que as substâncias alucinógenas que ela e a mãe usaram deixaram as duas “loucas”. “A gente louca, ai minha mãe, tinha um pinto gigante, ai a minha mãe foi lá e abraçou. Eu tirei uma foto e postei no meu Facebook. Não tinha tantos seguidores na época, as redes sociais não eram tão fortes como são hoje… mas aí eu tirei“, riu a loira.

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No mesmo programa, Luísa Mell disse que já se envolveu em situações preocupantes para resgatar animais. Em um desses casos, a ativista recebeu uma mensagem com a foto de um cachorro todo sujo de sangue. Sem pensar duas vezes, ela chamou um amigo para acompanhá-la na missão de resgate. O local onde o animal estava, no entanto, era comandado pelo tráfico e ela acabou atropelando um motociclista.

Eu estou acostumada a ir de dia, de noite é um pouco mais tenso. De dia, tem lugares que eu chego e falo: ‘Oi, sou a Luisa Mell’, a pessoa do tráfico deixa, só vim salvar o cachorro’. Mas a noite… Esse lugar era novo. Eu sei que estava escuro, e foi ficando muito escuro, e aí, de repente, bum! Do nada, não vi da onde veio, uma moto bateu no carro. Eu sei que era um local muito deserto e de repente começou a aparecer muitos homens“.

Ainda meio perdida com o que estava acontecendo, Luisa disse que seu parceiro a atentou sobre o que estava rolando: “E o Rafael [amigo] começou: ‘Você não está vendo que são bandidos? Vamos embora’. Aí veio o bandido maior e eu disse: ‘Moço, deixa eu te falar, eu saí da minha casa, deixei meu bebê, para salvar um cachorro que está ferido, como que eu posso deixar uma pessoa ferida?’. E naquele momento eu acho que salvei a minha vida“.

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