CASO DE VIOLÊNCIA

Manoel Soares se revolta com policial que deu tapa na cara de empregada

Durante o "Encontro" desta terça-feira (26), o apresentador não conseguiu se segurar e soltou o verbo ao vivo

Bruno Pinto
Repórter do EM OFF

Um assunto que vem dando o que falar nas últimas horas é o caso ocorrido na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em que um policial militar agride sua empregada durante um desentendimento em um elevador. O vídeo do momento em que o patrão dá um tapa na cara da colaboradora acabou ganhando grande repercussão nas redes sociais e gerando revolta em muitas pessoas, dentre elas Manoel Soares.

Na manhã desta terça-feira (26), o “Encontro” começou abordando a violência sofrida por Patrícia Peixoto, que na sequência participou do programa por meio de uma videochamada. Indignado com o relato de desespero da funcionária doméstica agredida pelo patrão, o apresentador não pensou duas vezes antes de falar tudo o que estava engasgado em sua garganta e soltou o verbo:

“Isso é um absurdo, principalmente se tratando dele, que é uma pessoa que deveria nos proteger… A Patrícia Poeta sabe que sou filho de uma mulher que, assim como você, é uma trabalhadora domiciliar, e a gente está muito chocado com tudo isso que aconteceu… Não existe contexto que justifique esse tipo de violência!”, disse Manoel Soares. Logo na sequência, o jornalista chamou atenção dos telespectadores sobre direitos e deveres.

“Para as pessoas que estão nos assistindo de casa, eu vou dizer uma coisa: Qualquer trabalhadora do lar que vai mais de dois dias na mesma casa, deve ter vínculo empregatício, ou seja, deve ter sua carteira de trabalho devidamente assinada. Caso isso não acontece, trata-se de uma ilegalidade”, comentou Manoel, que foi surpreendido pela vítima ao saber que ela ela foi admitida de forma irregular pelo agressor.

Por fim, o apresentador do “Encontro” fez questão de expor cada detalhe que envolve a situação entre a empregada doméstica e o Major da Polícia Militar do Rio de Janeiro: “Neste caso nós temos duas situações de erro. Tem a violência sofrida, que é absurda, além da situação de ilegalidade. Fora toda a violência de intimidação que nós vimos nas imagens. É realmente algo assustador”.