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Mariana Godoy se revolta com agressor de procuradora no ‘Fala Brasil’

Jornalista rebateu agressor após justificativa sobre agressão

Paulo Henrique LimaRepórter do EM OFF

Mariana Godoy quebrou protocolo e emitiu opinião no “Fala Brasil” desta quarta-feira (22). A âncora da Record TV se revoltou com o procurador Demétrius Oliveira Macedo, de 34 anos, que agrediu fisicamente e brutalmente a procuradora-geral Gabriela Samadello Monteiro de Barros, de 39, no local de trabalho na cidade de Registro, no interior de São Paulo. O caso repercutiu no país inteiro.

No vídeo divulgado nas redes sociais, o funcionário público surge transformado e parte para cima da vítima com chutes e socos. Em um dos momentos é possível observá-la caída no chão ensanguentada, enquanto colegas de trabalho tentam o impedir de machucar ainda mais a chefe. O motivo das agressões teria sido a abertura de um processo disciplinar contra ele por destratar uma funcionária.

Em entrevista ao “Fala Brasil“, Gabriela contou que tentou o alertar sobre a conduta denunciada pela colega de trabalho quando ele a revidou de forma agressiva. “No dia que eu tentei conversar, ele foi super agressivo comigo, me expulsou da sala”, contou ela, que surgiu na matéria com o rosto inchado e cheio de hematomas provocadas pelos socos e chutes de Demétrius.

O procurador foi levado à uma Delegacia de Polícia e confessou ter agredido a superior. Ele tentou justificar o ocorrido como “um assédio moral no local de trabalho”. Após depoimento, o agressor foi liberado e deve responder em liberdade injúria e lesão corporal. Já a Prefeitura de registro o afastou das funções e suspendeu o seu salário.

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Mariana Godoy concluiu a passagem de notícia com um desabafo de repúdio sobre a atitude de Demétrius. A jornalista afirmou que o procurar está “completamente fora da razão” e criticou a sua permanência em um cargo público mesmo após ter agredido Gabriela.

“Quem sofre assédio moral, sexual, qualquer tipo de assédio no ambiente de trabalho, tem o departamento de recursos humanos, o setor administrativo, tem o chefe, outros chefes para reclamar. Existe uma sequência de atitudes. Jamais partir para agressão, como esse procurador fez. E ele é um procurador, não é uma pessoa ignorante, ele tem conhecimento. Isso é uma pessoa descontrolada, completamente fora da razão e que não pode estar num cargo público.”