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SOLTOU O VERBO

Rafinha Bastos revela bronca com Luciana Gimenez em desabafo

Em entrevista, o humorista contou que até hoje não recebeu salário pelos trabalhos que fez durante um tempo para a apresentadora

Bruno PintoRepórter do EM OFF

Rafinha Bastos voltou a causar ao revelar uma pendência que ainda existe entre ele e Luciana Gimenez. Em entrevista ao podcast “Inteligência LTDA”, o humorista mostrou que não guarda segredo e, sem papas na língua, afirmou que levou calote da apresentadora da RedeTV!. De acordo com Rafinha, a dívida foi feita quando ambos trabalhavam juntos em uma atração comandada pela ex-mulher de Marcelo de Carvalho.

O comediante disse que passou um longo período cobrando a apresentadora: “Eu fiquei fazendo trote no programa da Luciana Gimenez por uns quatro ou cinco meses. Ela prometeu me contratar durante meses Toda semana eu falava: ‘Luciana, eu preciso viver! Não tenho dinheiro!’, mas ela sempre falava na próxima semana e pediu para eu procurar uma tal de Marcia, que também não me respondia”.

Rafinha contou ainda que acabou trabalhando por muito tempo sem receber absolutamente nada pelos trabalhos que realizava no programa da morena: “A Luciana Gimenez me enrolou por muitos meses! Eu nunca ganhei um tostão para fazer aquelas bost*s! E eu precisava de dinheiro, pois eu não tinha nada! Eu cheguei a pensar que teria que voltar para o Rio Grande do Sul”.

Armação

Em um outro momento da entrevista, o apresentador relembrou do período em que trabalhou em um programa de João Kléber: “Fui convidado para trabalhar na RedeTV!, no programa do João Kléber. Fui para fazer pegadinha… O clima do programa era pesado. Quando o programa não ia bem, o João Kléber cagava na cabeça da gente. Volta e meia ele demitia todo mundo, diretor caía toda semana, era um clima difícil. Mas ele me tratou bem, tinha um bom relacionamento”.

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Por fim, Rafinha Bastos confessou que as clássicas pegadinhas eram todas armadas: “Era [tudo] combinado. Você ia para uma praça, tinha que ser porque não podia pegar a fachada de loja ou de banco. A gente ficava na gravação e tinha uma pessoa com a planilha que selecionava as pessoas que iam participar. Elas eram convidadas, diziam pra ir pra cima do cara, não bater muito”.