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Thelma Assis se revolta com médico acusado de estupro e faz desabafo no ‘Encontro’

Durante participação no programa "Encontro", a ex-BBB explicou detalhadamente o procedimento padrão e pediu punição urgente para o acusado

Bruno Pinto
Repórter do EM OFF

O caso do médico Giovanni Quintella Bezerra, preso em flagrante após estuprar uma gestante durante uma cesariana, continua causando grande repercussão em todo o país. A notícia acabou surpreendendo muita gente, dentre elas a médica Thelma Assis, nacionalmente conhecida por sua participação na vigésima edição do “Big Brother Brasil”. Durante o programa “Encontro” desta terça-feira, Thelminha se mostrou indignada e pediu punição urgente para o acusado.

A ex-BBB revelou ter ficado incrédula com a informação envolvendo um colega de profissão: “Eu acordei ontem com essa notícia e fiquei em choque como profissional da saúde… Uma gestante, no momento em que ela mais precisa se sentir protegida. É muito importante sim essa atitude das enfermeiras, porém, quando nós estamos no hospital, a gente forma uma equipe multidisciplinar, que tem a responsabilidade de prestar todo o cuidado”.

Thelma não poupou palavras para descrever o que achou de toda essa história que vem causando espanto: “Isso que aconteceu foi uma verdadeira atrocidade. Esse criminoso não é médico, pois ser um médico é ser muito mais do que um detentor de um conhecimento. Ser é médico é você ser empático, é você se colocar no lugar do outro, é você ter sensibilidade e solidariedade”

Indignada, a médica disse não ter dúvidas com relação ao posicionamento de seus colegas do Conselho Regional de Medicina e que o rapaz não deve ser considerado um médico: “Esse homem é apenas um portador de um CRM, que eu espero que ele perca o quanto antes, até porque eu acho que isso seja um consenso entre os colegas. Ele não representa a nossa categoria”.

Por fim, Thelma Assis explicou o procedimento padrão e pediu uma postura severa para o profissional: “Na maioria das vezes, a gestante toma um bloqueio, que chamamos de espinhal, porque guiamos a referência pela coluna. Não é rotina sedar uma paciente gestante, até mesmo por uma questão de proteção. Então, além de um crime, ele cometeu uma imprudência. Por isso, eu espero que o CRM seja rápido em puni-lo”.